Mostrando postagens com marcador abandono. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abandono. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ausência Humana


Não sei o que eu faço,
Nada me parece bem,
Se estou sorrindo, logo choro,
A caminhada é de água e de cloro.

A porta que se abre está vazia,
Os pássaros que volteiam longe se vão,
A estrada é de medo, de pavor,
Onde, meu Deus, ficou meu abrigo de amor?

Nada me agrada... passos ligeiros...
Perdi da vida meu verdadeiro roteiro,
Quanto sol eu já fui!
O horizonte me deixou e partiu!

O destino demorou a se pronunciar,
Demorou a se delinear,
Tristemente, me colocou
Frente a um amor, que ele mesmo crucificou!

A terra é linda, mas seus habitantes confundem,
Os sonhos de verão iludem,
Vida e aurora
São redemoinhos que não vão embora!




Siga-nos no Twitter! @grispino
Mais de 140 poesias em nosso site! Visite-nos!
Nosso Facebook! Seja nosso amigo!
                  



terça-feira, 20 de julho de 2010

Abandono Cruel



Tribo humana, ouça meu grito de dor,
Vivo nas trevas, sem flor no jardim,
Formado no ventre do desamor,


Jogado eu fui ao vento do canto ruim,
E, na longa noite escura, me cobri,
E, na vida sem rumo, me conduzi.


Estrada sem destino, rua alagada,
Medo, suores, sulcos na alma abri,
No sol distante, na luz apagada,


Clemência não vinha e eu esmoreci,
Sou ameba encolhida pelo pavor,
Sem brilho nos olhos, sem nenhuma cor!


Acuda-me, Senhor do Infinito,
Deixe-me voltar, viver entre as flores,
Ouvir, novamente, um canto bonito,


Retornar-me a uma vida de amores.
Meus dias são soturnos, de pobres ágios,
Só sinto o riso que vem de outros lábios.


Comente essa poesia!

Siga-nos no Twitter! @grispino
Encontre mais poesias como essa no nosso Site!