terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ausência Humana


Não sei o que eu faço,
Nada me parece bem,
Se estou sorrindo, logo choro,
A caminhada é de água e de cloro.

A porta que se abre está vazia,
Os pássaros que volteiam longe se vão,
A estrada é de medo, de pavor,
Onde, meu Deus, ficou meu abrigo de amor?

Nada me agrada... passos ligeiros...
Perdi da vida meu verdadeiro roteiro,
Quanto sol eu já fui!
O horizonte me deixou e partiu!

O destino demorou a se pronunciar,
Demorou a se delinear,
Tristemente, me colocou
Frente a um amor, que ele mesmo crucificou!

A terra é linda, mas seus habitantes confundem,
Os sonhos de verão iludem,
Vida e aurora
São redemoinhos que não vão embora!




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